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O SEMINÁRIO, LIVRO 12
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Sobre a obra
Sinopse e apresentação
Lançamento: 29/09/2026Envio a partir de: 01/10/2025
Sobre o livro
Acompanhando de perto os lançamentos na França, chega ao Brasil, pela Zahar, o volume 12 do consagrado Seminário, que compreende as lições proferidas por Lacan entre 1964 e 1965.
“Trago-lhes uma anedota que me havia sido confiada por Lacan. Ele relatava a seu amigo Roman Jakobson o seu embaraço para nomear seu próximo Seminário. ‘Quando isso me acontece’, respondeu o eminente linguista, ‘eu coloco Problemas’.”
Esse embaraço está relacionado à virada decisiva que marca este Seminário. Os primeiros volumes estavam ligados, cada um, a uma obra de Freud, da qual propunham um comentário certamente evasivo e abrangente.
O Seminário 11, dedicado aos quatro conceitos fundamentais, teve o valor de síntese final dessa primeira época. A segunda começa com Problemas cruciais. A partir de então, os Seminários passarão a incidir, sem mediação, sobre as contribuições originais de Lacan.
Ainda que disperso, tal como indica o título, o presente Seminário não deixa de ter, segundo Lacan, um centro: “o ser do sujeito”.
Mas é preciso atenção: trata-se do sujeito lacaniano, o $, ou seja, um sujeito fendido, que não tem nada a ver com a unidade de um ego.
Será que isso é um conceito? É, antes, uma escrita com múltiplos sentidos. Ela não se deixa encerrar em uma definição — só podemos nos aproximar dela por meio de uma série de fórmulas e figuras.
Entre as fórmulas, destaca-se:
“O significante representa o sujeito para outro significante.”
Trata-se de uma transformação da definição do signo como representante de algo para alguém.
Figuras topológicas — entre elas, a famosa banda de Moebius — também estão presentes e ilustram diferentes estados da estrutura subjetiva.
Problemas cruciais para a psicanálise constitui um recomeço no ensino de Lacan. Vários desenvolvimentos futuros têm aqui seu ponto de partida.
Jacques-Alain Miller
Sobre o livro
Acompanhando de perto os lançamentos na França, chega ao Brasil, pela Zahar, o volume 12 do consagrado Seminário, que compreende as lições proferidas por Lacan entre 1964 e 1965.
“Trago-lhes uma anedota que me havia sido confiada por Lacan. Ele relatava a seu amigo Roman Jakobson o seu embaraço para nomear seu próximo Seminário. ‘Quando isso me acontece’, respondeu o eminente linguista, ‘eu coloco Problemas’.”
Esse embaraço está relacionado à virada decisiva que marca este Seminário. Os primeiros volumes estavam ligados, cada um, a uma obra de Freud, da qual propunham um comentário certamente evasivo e abrangente.
O Seminário 11, dedicado aos quatro conceitos fundamentais, teve o valor de síntese final dessa primeira época. A segunda começa com Problemas cruciais. A partir de então, os Seminários passarão a incidir, sem mediação, sobre as contribuições originais de Lacan.
Ainda que disperso, tal como indica o título, o presente Seminário não deixa de ter, segundo Lacan, um centro: “o ser do sujeito”.
Mas é preciso atenção: trata-se do sujeito lacaniano, o $, ou seja, um sujeito fendido, que não tem nada a ver com a unidade de um ego.
Será que isso é um conceito? É, antes, uma escrita com múltiplos sentidos. Ela não se deixa encerrar em uma definição — só podemos nos aproximar dela por meio de uma série de fórmulas e figuras.
Entre as fórmulas, destaca-se:
“O significante representa o sujeito para outro significante.”
Trata-se de uma transformação da definição do signo como representante de algo para alguém.
Figuras topológicas — entre elas, a famosa banda de Moebius — também estão presentes e ilustram diferentes estados da estrutura subjetiva.
Problemas cruciais para a psicanálise constitui um recomeço no ensino de Lacan. Vários desenvolvimentos futuros têm aqui seu ponto de partida.
Jacques-Alain Miller
Informações técnicas
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